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Domingo, 02 de Agosto 2026
Economia

Trabalhadores de aplicativos realizam motociata e protestam em frente à ALMG por melhores condições de trabalho

Entre elas estão a definição de um valor mínimo de R$ 10 por corrida ou entrega, pagamento de R$ 2,50 por quilômetro rodado, maior transparência nos critérios adotados pelas plataformas digitais, além de melhores condições de segurança e valorização

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Trabalhadores de aplicativos realizam motociata e protestam em frente à ALMG por melhores condições de trabalho
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Belo Horizonte (MG) – Trabalhadores de aplicativos promoveram, nesta sexta-feira (31), uma grande mobilização pelas ruas de Belo Horizonte para reivindicar melhores condições de trabalho e remuneração. O ato teve início com uma concentração na Praça do Papa, de onde motociclistas, motoristas de aplicativo e entregadores seguiram em motociata até a região central da capital mineira.

O protesto foi encerrado nas escadarias da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), onde os manifestantes fizeram discursos e reforçaram as principais reivindicações da categoria. Entre elas estão a definição de um valor mínimo de R$ 10 por corrida ou entrega, pagamento de R$ 2,50 por quilômetro rodado, maior transparência nos critérios adotados pelas plataformas digitais, além de melhores condições de segurança e valorização profissional.

A manifestação integra o movimento nacional conhecido como "Breque dos Apps", organizado por trabalhadores de diversas plataformas digitais em diferentes cidades do país. O objetivo é pressionar as empresas responsáveis pelos aplicativos a reverem os modelos de remuneração, considerados insuficientes diante do aumento dos custos com combustível, manutenção dos veículos e equipamentos de trabalho.

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Durante o percurso, dezenas de motocicletas ocuparam importantes vias da capital, chamando a atenção de motoristas e pedestres. Com faixas, buzinaços e palavras de ordem, os participantes defenderam uma regulamentação que garanta direitos e remuneração mais justa para quem depende dos aplicativos como principal fonte de renda.

Segundo os organizadores, a mobilização ocorreu de forma pacífica e busca ampliar o diálogo com o poder público e as empresas do setor. Eles afirmam que, apesar do crescimento do mercado de entregas e transporte por aplicativos, a renda dos trabalhadores vem diminuindo, enquanto as despesas para manter a atividade aumentam constantemente.

O movimento faz parte de uma paralisação nacional prevista para os dias 31 de julho, 1º e 2 de agosto, com manifestações em diversas capitais brasileiras.

FONTE/CRÉDITOS: Rede Cidadania Digital

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